Paulie Malignaggi nega ter sofrido knockdown para McGregor e culpa edição do vídeo

Conor McGregor e Paulie Malignaggi treinaram apenas duas vezes – Reprodução

A polêmica continua. Depois das imagens vazadas do treino entre Conor McGregor e Paulie Malignaggi, o que causou o desligamento do americano do camp de treinamento do campeão do UFC, um vídeo com 9 segundos foi publicado pelo evento o que rapidamente ganhou força entre os fãs do irlandês, que enxergaram um knockdown aplicado no ex-campeão de boxe. E, revoltado, o boxeador não se calou.

Desde o início da polêmia, Paulie garantiu que não sofreu um knockdown e que foi superior ao longo dos 12 rounds de treino que travou com McGregor. Por isso, mesmo após a divulgação de parte da sessão de sparring, o ex-campeão do mundo usou suas redes sociais para clamar que os 36 minutos de combate sejam mostrados para que os fãs possam ver quem, de fato, levou a melhor no ringue.

“Como eu tinha dito, nós fizemos 36 minutos na quinta-feira. Eu já expliquei que os dois últimos rounds foram dele. Eu mantenho que fui melhor nos 36 minutos. Editem como quiserem”, provocou Paulie, antes de analisar as razões que provariam que não houve knockdown.

“Empurrando minha cabeça para baixo com a mão esquerda e me empurrando para a direção onde lançou um golpe de esquerda. […] Honestamente , ele disfarça melhor do que pensei, ou é o ângulo do vídeo. Na academia ninguém pensou que foi knockdown e nós apenas continuamos”, afirmou.

De fato, o ex-campeão pareceu tão incomodado com as especulações que respondeu diversos seguidores nas redes sociais e publicou vídeo em câmera lenta para provar que a mão de Conor o desequilibrou ao segurar em sua nuca, e que nenhum golpe de fato o balançou. E você, o que acha? Veja aqui e confira:

A prática que envolve drásticos cortes de peso por parte dos atletas nos dias que antecedem os eventos de MMA ainda é uma constante no esporte, mas aos poucos alguns competidores dão amostras de que esse sacrifício nem sempre vale a pena, e Rafael 'Dos Anjos' é um exemplo claro disso. Afinal, após perder duas lutas seguidas entre os leves (70 kg), ele optou por subir de categoria e já figura entre os 10 melhores da divisão dos meio-médios (77 kg). Por isso, a Ag. Fight te mostra outros nove atletas que se deram bem após mudarem de ares - Florian Sadler
Charles 'Do Bronx' alternou vitórias e derrotas na divisão dos penas do UFC (66 kg) nos últimos anos. No entanto, após não bater o peso em seu antepenúltimo combate, o brasileiro foi intimado a subir de divisão. E ao contrário do que se poderia imaginar, a mudança foi um sucesso e ele finalizou Will Brooks, promessa que estreava no Ultimate, ainda no assalto inicial - Jéssica Portassio
Natural da categoria dos leves (70 kg), Alex 'Caubói' Oliveira até perdeu em sua estreia entre os meio-médios (77 kg), mas desde então acumula cinco lutas sem perder. E tal retrospecto faz com que o brasileiro ocupe a 14° posição do ranking da divisão - Marcel Alcântara
Donald Cerrone, também conhecido pelo apelido 'Cowboy', conseguiu manter bom nível de competitividade desde que subiu para os meio-médios (77 kg). Nem mesmo a derrota para o ex-campeão Robbie Lawler minimiza o seu sucesso, já que ele ainda ocupa a 6° colocação no ranking da categoria - Diego Ribas
Desde que subiu para a divisão dos galos (61 kg), Lineker se manteve em alto nível e chegou a alcançar a marca de quatro vitórias consecutivas. Por isso, ele é o atual 5° colocado do ranking da divisão - Diego Ribas
Campeão do TUF (reality show do UFC), John Dodson construiu seu nome na organização competindo entre os moscas (57 kg). No entanto, após perder duas vezes na disputa pelo cinturão, ele subiu para os galos (61 kg) e já acumula duas vitórias e apenas uma derrota - Divulgação UFC
Kelvin Gastelum era um dos atletas mais promissores da divisão dos meio-médios (77 kg), mas seus problemas com a balança o guiaram rumo à divisão dos médios (84 kg). E o resultado não poderia ter sido melhor: apenas uma derrota em seus últimos quatro combates - Tobias Bunnenberger
Oriundo da divisão dos pesados, Daniel Cormier se credenciou como um dos meio-pesados (93 kg) mais dominantes da história do UFC. Desde que desceu para a nova divisão, ele foi campeão, competiu oito vezes e perdeu apenas em duas oportunidades, ambas para Jon Jones - Diego Ribas
Sensação dos médios (84 kg) do UFC, Robert Whittaker é originário da categoria dos meio-médios (77 kg). No entanto, foi após subir de divisão que o atleta atingiu seu grande objetivo na organização: conquistar o título do Ultimate, ainda que este seja interino - Diego Ribas
Único campeão peso-mosca (57 kg) da história do UFC, Demetrious Johnson é o atual recordista de defesas de cinturão da companhia - ao lado de Anderson Silva. Exceção neste lista, é difícil associá-lo à categoria dos galos (61 kg), divisão em que começou sua trajetória no Ultimate e onde não foi campeão - Diego Ribas

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