Lutadora do UFC lança financiamento coletivo para custear treinamento

A canadense Sarah Moras não luta MMA desde 2015 – Reprodução/ Youtube

Escalada para enfrentar Ashlee Evans Smith no próximo dia 9 de setembro, no UFC 215, no Canadá, a peso-galo (61 kg) Sarah Moras inovou e, diante das dificuldades enfrentadas por uma lutadora profissional, lançou mão de uma campanha na internet para custear seus treinamentos.

A ideia já é difundida na web. O financiamento coletivo consiste em dividir os custos de algo (nesse caso o do próprio camp da lutadora) e presentear os investidores com uma espécie de recompensa caso a meta seja atendida. Aos 29 anos, acumula cartel com quatro vitórias e duas derrotas.

Ex-participante do TUF, quando chegou à semifinal, a canadense não compete desde 2015 e, em sua página de financiamento coletivo, pediu uma meta de 10 mil dólares (cerca de R$ 33 mil). A quantia serviria para, de acordo com a atleta, evitar que ela garanta dedicação integral ao camp e faça parte dele em Las Vegas (EUA), utilizando as novas estruturas disponibilizadas na nova sede UFC. Caso você queria ajudá-la, aqui está o link.

 

A divisão peso-médio (84 kg) foi por muito tempo a galinha dos ovos de ouro do UFC, já que detinha alguns dos maiores nomes do MMA no ápice de sua forma física e técnica. Contudo, o que se vê hoje em dia é uma categoria em que a legitimidade do campeão Michael Bisping é constantemente questionada por ele não defender seu posto desde outubro e cujo brilho se esvaiu ao longo dos anos. Por isso, a Ag. Fight explica em detalhes o porque desta rápida perda de prestígio - Diego Ribas
Uma das apostas da companhia em trazer o prestígio de outrora para a categoria foi o anúncio de que Georges St-Pierre retornaria de sua aposentadoria para disputar o título. No entanto, o canadense frustrou os fãs e disse que não deve retornar aos octógonos antes do final do ano. Ao mesmo tempo, Dana White garante que GSP retornará aos meio-médios (77 kg) - Diego Ribas
Veterano no esporte, Gegard Mousasi emplacava a sequência de cinco vitórias no Ultimate e se credenciava como um dos potenciais desafiantes ao título. Contudo, o atleta não renovou seu contrato com a organização e de quebra migrou para o Bellator, principal concorrente do UFC nos Estados Unidos - Florian Sädler
Após passar os últimos anos no topo da divisão dos médios e ser considerado o merecedor da disputa tanto pelos fãs como por especialistas, Ronaldo 'Jacaré' foi nocauteado por Robert Whittaker em seu último duelo. Ou seja, um banho de água fria caiu sobre todos os que apontavam o ex-campeão do Strikeforce como o detentor do título em um futuro próximo - Diego Ribas
Considerado uma das principais promessas entre os pesos-médios, Luke Rockhold teve um início arrasador no Ultimate e não demorou até conquistar o título. Mas foi justamente quando se esperava que ele deslanchasse que o atleta da AKA não correspondeu às expectativas e foi nocauteado por Bisping em sua primeira defesa de cinturão. Desde então ele não competiu mais no cage - Florian Sädler
Chris Weidman chocou o mundo ao destronar Anderson Silva com nocaute histórico e o vencer novamente na revanche posterior. Após se tornar campeão, o americano chegou a defender seu título por mais duas oportunidades. Mas bastou ele perder sua invencibilidade para que a carreira entrasse em declínio. Desde 2015, o ex-dono do título acumula três derrotas – Diego Ribas
Veterano de 40 anos de idade, Yoel Romero detinha o posto de peso-médio mais perigoso do mundo até seu último combate, válido pelo cinturão interino. Mas foi na hora de vencer a luta que o credenciaria à disputa do título linear que o cubano conheceu sua segunda derrota como profissional no MMA e viu sua empreitada escorrer pelas suas mãos - Diego Ribas
Considerado um dos maiores atletas de MMA da história, Anderson Silva era a principal estrela do esporte enquanto foi campeão do UFC – entre os anos de 2006 e 2013. No entanto, bastou perder sua primeira luta pelo UFC para sua carreira entrar em declínio. Hoje, aos 42 anos, ele sequer figura entre os top cinco da categoria - Gabriel Monteiro Torres
Vitor Belfort é sem dúvidas um dos principais nomes brasileiros em atividade no MMA, mas a verdade é que ele não vive o ápice de sua forma física e técnica. Ele até vem de vitória em seu último combate, mas, aos 40 anos de idade, não demonstra força o suficiente para voltar a figurar no topo da categoria dos médios - Marcelo de Jesus
Lyoto Machida foi umas das sensações do Ultimate quando conquistou o título meio-pesado (93 kg) ao colocar o karatê em evidência no MMA. Em 2013, ele migrou para a divisão dos médios e se manteve no topo, quando chegou inclusive a disputar o título. Mas o brasileiro de ascendência oriental viu sua carreira ser interrompida momentaneamente após ser flagrado pelo uso de substância proibida em um exame antidoping - Erik Engelhart
Grande promessa da divisão dos médios, Robert Whittaker correspondeu às expectativas e conquistou o título interino no último sábado (8) no UFC 213. Jovem, o neozelandês teria tudo para reerguer a divisão, certo? Não é bem assim. Isso porque, apesar de já ter provado seu potencial dentro dos octógonos, ele ainda é pouco conhecido. O que, naturalmente, faz com que seu nome não tenha grande valor no mercado – Diego Ribas

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