Top 10! Relembre as melhores fases dos 20 anos de carreira de Vitor Belfort

Escalado para enfrentar Kelvin Gastelum neste sábado (11), no UFC Fortaleza, Vitor Belfort está disposto a adicionar um capítulo importante em sua trajetória. Com 20 anos de carreira, o 'Fenômeno' promete se reinventar mais uma vez diante do jovem adversário e provar que ainda tem muito o que mostrar no octógono. Relembre os 10 momentos mais marcantes da carreira de Belfort - Tobias Bunnenberg
Começo fenomenal - Com 19 anos, Vitor pisou no octógono do UFC pela primeira vez e atropelou adversários maiores e mais experientes. Competindo como peso-pesado, o carioca deu show nos EUA e ganhou o apelido de Fenômeno após garantir um cinturão do torneio do UFC 12 e venceu a superluta do evento seguinte. O céu era o limite para o jovem atleta! - Florian Sadler
Primeiro tropeço - Em alta no MMA e apontado como grande nome a dominar a categoria, Vitor Belfort sentiu o peso da inexperiência. Famoso, jovem e vencedor, o pupilo de Carlson Gracie perdeu o foco, ganhou peso e entrou irreconhecível diante de Randy Couture, atleta que garantiu o final de sua invencibilidade no octógono - Florian Sadler
Altos e baixos - Depois da primeira derrota, Belfort pareceu sentir o peso da pressão e passou a alternar boas e más apresentações. Depois de um duelo pouco agressivo contra Joe Charles, quando não bateu para provar que seu jiu-jitsu era afiado , Vitor nocauteou Wanderlei Silva em menos de um minuto em São Paulo até que, no Japão, perdeu para o então desconhecido Kazushi Saluraba em duelo apático que levantou questionamento sobre seu condicionamento físico - Florian Sadler
Pride - Com pouco mais de um ano longe das competições, Vitor retornou aos ringues no Pride, para apagar a derrota para Sauraba. Lá, em 2000, ele deu início a uma nova era do Fenômeno. Mais forte e com quedas precisas, o carioca abusou do jogo no chão e de lutas mais longas, dominando fisicamente seus rivais. Um novo Belfort entrava em ação - Diego Ribas
Casa dos Artistas e cinturão - Disposto a elevar o MMA a outro nível no Brasil, Vitor participou do reality show Casa dos Artistas e, como resultado, levou a primeira luta do UFC à TV aberta. Foi no SBT que seus fãs viram sua derrota por pontos para Chuck Liddell meses antes dele . Mas mesmo com o revés, o bom filho retornava ao maior show de lutas do mundo e com mais duas vitórias chegava a hora dele se tornar campeão dos meio-pesados (93 kg) ao vencer Randy Couture, o atleta que havia lhe tirado sua invencibilidade - Eril Engelhart
Desaparecimento da irmã e novos altos e baixos - A desaparecimento da irmã Priscila Belfort que nunca mais foi vista até os dias de hoje, mudou a vida do Fenômeno. Sem foco para de dedicar exclusivamente às lutas, o carioca perdeu o cinturão e voltou a alternar boas e más apresentações no octógono. Como solução, ele viu na religião a forma de superar a dor e voltar a competir em alto nível - Eril Engelhart
Flagra no doping e lutas na Inglaterra - No final de 2006, quando fazia sua última luta no Pride, Vitor foi flagrado em um exame antidoping realizado nos EUA e, por isso, ficou um ano sem poder competir no país. Como resultado, o faixa-preta de jiu-jitsu passou a competir no Cage Rage, na Inglaterra - Eril Engelhart
Retorno ao UFC e 'Luta do Século' - Com uma sequência de vitórias no Cage Rage e no Affliction, Belfort voltou ao UFC com a missão de parar o até então imbatível Anderson Silva, campeão absoluto dos médios (84 kg). A disputa, enfim, garantiu a popularidade do MMA no Brasil que Vitor sempre sonhou. No entanto, ele foi nocauteado ainda no primeiro assalto na ocasião - Eril Engelhart
TRT e fase fantástica - Em 2012, Vitor Belfort deu início ao uso do polêmico método de reposição hormonal de testosterona TRT. Mais forte e seco do que nunca, o Fenômeno acrescentou ao seu estilo potentes chutes altos que deram cabo de nomes como Michael Bisping, Luke Rockhold e Dan Henderson. Mas quando estava próximo a disputar o título, o veterano foi flagrado em teste surpresa com níveis de testosterona acima do permitido. No entanto, ele não foi punido pois não havia pedido licença para competir no estado de Nevada ainda - Diego Ribas
Fase final - Em suas últimas quatro lutas, Vitor foi nocauteado em três oportunidades e, perto de completar 40 anos, levanta questionamentos sobre seu futuro no esporte. Embora garanta que não pense em aposentadoria, Belfort parece próximo do final de sua carreira. Resta saber se ele ainda tem fôlego para se reinventar mais uma vez. Kelvin Gastelum que se cuide! - Erik Engelhart

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