Em alta! Entenda a importância do retorno de Jon Jones para o UFC em 10 passos

Jon Jones definitivamente cravou seu nome entre os maiores da história do esporte ao reconquistar o cinturão do Ultimate na madrugada do último domingo (30). E o retorno do americano aconteceu em um momento crucial para a organização, já que parte dos atletas que mais geram lucro para a companhia estão afastados do show. Desta forma, 'Bones' caiu como uma luva nos planos da empresa e já assume o posto de principal rosto do octógono. Pensando nisso, a Ag. Fight listou outros noves pontos que comprovam que o retorno do atleta foi mais do que importante para o UFC - Diego Ribas
Após anos de espera, Cris 'Cyborg' finalmente se tornou a campeã peso-pena (66 kg) do UFC. Contudo, ainda que a brasileira seja uma atleta de muito potencial quando o assunto é vender pay-per-views, ela precisa de algum tempo até se consolidar como um ícone no Ultimate e poder assumir um dos papéis de liderança do evento - Diego Ribas
Georges St-Pierre anunciou seu retorno ao Ultimate no início do ano, em uma empreitada que poderia estreitar ainda mais a relação do UFC com o Canadá, país que anda carente de astros no esporte. No entanto, como o próprio atleta anunciou, o esperado é que ele só possa estrear no final de 2017 - Diego Ribas
Recordista de vendas de pay-per-views do MMA, Conor McGregor é o nome de maior destaque do UFC na atualidade. No entanto, o atleta está envolvido em uma superluta de boxe com Floyd Mayweather e ainda não tem data para retornar ao Ultimate - Diego Ribas
Apesar de vir de duas derrotas consecutivas e não atuar desde dezembro de 2016, Ronda Rousey ainda é o principal nome do MMA feminino. Porém, o UFC não pode contar com ela no momento. Isso porque, assim como adiantado pelo próprio Dana White, presidente do Ultimate, o retorno dela ao esporte é uma incógnita e possibilidade praticamente descartada pela organização - Rigel Salazar
Ex-campeão peso-pesado do UFC, Brock Lesnar é outro atleta que atrai o público de MMA e costuma gerar bons números à organização quando entra nos octógonos. No entanto, além de estar temporariamente suspenso do esporte por ter falhado no exame antidoping e, no melhor cenário, só estar apto a competir em 2018, o americano alterna idas e vindas entre Ultimate e WWE (liga de telecatch) - Diego Ribas
Invicta desde que estreou no MMA, Joanna Jedrzejczyk é um dos nomes de maior ascensão no UFC e apresenta potencial para atingir níveis consideráveis com vendas de pay-per-view. Ela é uma das apostas da organização, mas seu nome ainda é pequeno quando comparado ao de astros como Jon Jones e Conor McGregor - Rigel Salazar
Norte-americano, bombeiro e peso-pesado. Stipe Miocic possui alguns atributos que poderiam lhe alçar como um dos principais nomes junto aos fãs, mas essa não é a realidade. O atleta não vem apresentando números expressivos quando o tema é gerar lucro para o UFC e ele não parece muito disposto a trabalhar, digamos, seu lado midiático - Marcel Alcântara
Próximo de quebrar o recorde de defesas de cinturão que atualmente divide com Anderson Silva, Demetrious Johnson não reflete todo esse domínio do octógono quando o assunto é apelo popular. Ou seja, ainda que se trate de um grande nome esportivamente, os lucros não seguem a mesma toada e ele já foi criticado publicamente por Dana White por isso - Diego Ribas
Campeões em ascensão são apostas do UFC para o futuro, mas é preciso de algum tempo até que atinjam popularidade entre as diferentes camadas abrangidas pelos fãs de MMA e serem capazes de gerar grande lucro. Liderados por Amanda Nunes, Cody Garbrandt e Max Holloway são alguns desses nomes. Contudo, eles ainda estão longe de render e oferecer financeiramente o que Jon Jones pode no momento – Diego Ribas

Deixar uma resposta

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *