DC sai em defesa de Amanda Nunes: “Tinha direito de não lutar”

Daniel Cormier é o campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC – Diego Ribas

De campeão para campeã. O norte-americano Daniel Cormier deixou uma mensagem bem clara aos ‘haters’ de plantão que não perdoaram a desistência de última hora da brasileira Amanda Nunes, que alegou estar doente para não enfrentar Valentina Shevchenko naquela que seria a luta principal do UFC 213, evento disputado no início do mês, em Las Vegas (EUA).

Em conversa com o ‘MMA Junkie Radio’, o detentor do cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC afastou qualquer possibilidade de que a brasileira tenha se negado a lutar por algum tipo de medo. Para Cormier, Amanda fez apenas o que ela poderia fazer se realmente estava adoecida.

“Eu não acredito que ela estava com medo. Acredito que ela estava doente. E se ela estava doente e não poderia competir, então ela tinha todo o direito de não competir”, garantiu DC.

Citando vários feitos da ‘Leoa’, Cormier deu argumentos para garantir que a brasileira não esteja realmente “amarelando”. Entre eles, o fato de que Amanda Nunes já foi testada diante de grandes atletas e passou por cima de importantes desafios em sua carreira.

“Essa é uma mulher que já lutou e venceu Valentina Shevchenko. Essa é uma mulher que bateu Ronda Rousey. É a mulher que bateu Miesha Tate. Duas mulheres que não estão mais lutando porque foram vencidas pelas mãos de Amanda Nunes, essencialmente”, disse.

Ainda não se sabe quando Amanda Nunes e Valentina Shevchenko irão fazer essa aguardada revanche, mas a brasileira já deu indícios de que o duelo poderá acontecer no dia 9 de setembro, no UFC 215, no Canadá.

Uma vez por ano, desde 2012, o UFC organiza em Las Vegas (EUA) a famosa 'International Fight Week' que engloba, pelo menos, dois eventos na mesma semana. Contudo, as coisas nunca acontecem como planejado. Dessa vez, no dia do UFC 213, evento organizado no último sábado (8), Amanda Nunes passou mal, foi hospitalizada e retirada da luta principal do show. Infelizmente, esse não foi o único contratempo da semana mais importante do MMA no ano - Diego Ribas
O duelo entre Jon Jones e Daniel Cormier, marcado para o UFC 200 - principal evento da International Fight Week de 2016 - foi cancelado apenas dois dias antes do show depois que 'Bones' foi flagrado em um exame antidoping - Diego Ribas
Em 2015, José Aldo estava escalado para defender o cinturão peso-pena (66 kg) contra Conor McGregor. No entanto, após sofrer uma lesão na costela, o brasileiro foi obrigado a abandonar o combate e a companhia escalou Chad Mendes para lutar em seu lugar - Diego Ribas
Treinadores rivais no TUF 25, Cody Garbrandt e TJ Dillashaw estavam com duelo marcado para a final do reality show. Contudo, uma lesão sofrida pelo campeão peso-galo (61 kg) obrigou a companhia a cancelar o combate - Reprodução
Após o cancelamento da duelo contra Garbrandt, Dillashaw se ofereceu para descer de categoria e encarar Demetrious Johnson pelo cinturão dos moscas (57 kg). Mas não teve jeito, o 'Mighty Mouse' recusou o combate e o ex-campeão dos galos (61 kg) ficou de fora do evento - Diego Ribas
O duelo entre Donald Cerrone e Robbie Lawler, marcado para o UFC 213, foi adiado para o show de número 214 depois que o 'Cowboy' sofreu uma lesão que o impossibilitou de subir no octógono no último sábado - Diego Ribas
Escalada para enfrentar Aspen Ladd no TUF 25 Finale, Jessica Eye acabou ficando de fora do evento depois que sua adversária passou mal e foi retirada do card do show - Diego Ribas

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