Cantora ídolo de McGregor revela sofrer de transtornos mentais e recebe apoio de campeão de boxe

McGregor enfrenta Mayweather no próximo dia 26 de agosto – Florian Sadler

Em julho de 2015, a cantora Sinéad O’Connor foi apresentada ao mundo do MMA após cantar durante a entrada de Conor McGregor no ginásio MGM, em Las Vegas (EUA), na noite em que ele conquistou o cinturão interino dos pesos-penas (66 kg) contra Chad Mendes. De lá para cá, enquanto o lutador irlandês alçou o estrelato no esporte, sua ídolo vem lutando com problemas pessoais em um verdadeiro drama particular.

Na última quarta-feira (9), Sinéad publicou um vídeo direto de um quarto de hotel em Nova Jersey em que revelou sofrer de transtornos mentais e lutar contra pensamentos suicidas durante os dois últimos anos. O desabafo de 12 minutos garantiu uma internação compulsória à cantora nesta quinta em um hospital local.

Rapidamente, o campeão mundial peso-pesado de boxe Tyson Fury gravou um vídeo de apoio à cantora. E, de acordo com o seu relato, lhe sobram credenciais para falar sobre o assunto. Afastado dos ringues desde o ano passado, o invicto pugilista segue em tratamento contra o vício em drogas, além de também sofrer de transtornos psíquicos, como ele mesmo garantiu.

“Tem um monte de gente que sofre do mesmo problema. Milhões de pessoas sofrem com isso no mundo. Problemas de saúde mental é uma das piores coisas que qualquer um poderia ter, não importa o quão bem sucedida ou rica ela seja. Estou aqui para você caso precise. Adoraria falar com você”, narrou o atleta.

A prática que envolve drásticos cortes de peso por parte dos atletas nos dias que antecedem os eventos de MMA ainda é uma constante no esporte, mas aos poucos alguns competidores dão amostras de que esse sacrifício nem sempre vale a pena, e Rafael 'Dos Anjos' é um exemplo claro disso. Afinal, após perder duas lutas seguidas entre os leves (70 kg), ele optou por subir de categoria e já figura entre os 10 melhores da divisão dos meio-médios (77 kg). Por isso, a Ag. Fight te mostra outros nove atletas que se deram bem após mudarem de ares - Florian Sadler
Charles 'Do Bronx' alternou vitórias e derrotas na divisão dos penas do UFC (66 kg) nos últimos anos. No entanto, após não bater o peso em seu antepenúltimo combate, o brasileiro foi intimado a subir de divisão. E ao contrário do que se poderia imaginar, a mudança foi um sucesso e ele finalizou Will Brooks, promessa que estreava no Ultimate, ainda no assalto inicial - Jéssica Portassio
Natural da categoria dos leves (70 kg), Alex 'Caubói' Oliveira até perdeu em sua estreia entre os meio-médios (77 kg), mas desde então acumula cinco lutas sem perder. E tal retrospecto faz com que o brasileiro ocupe a 14° posição do ranking da divisão - Marcel Alcântara
Donald Cerrone, também conhecido pelo apelido 'Cowboy', conseguiu manter bom nível de competitividade desde que subiu para os meio-médios (77 kg). Nem mesmo a derrota para o ex-campeão Robbie Lawler minimiza o seu sucesso, já que ele ainda ocupa a 6° colocação no ranking da categoria - Diego Ribas
Desde que subiu para a divisão dos galos (61 kg), Lineker se manteve em alto nível e chegou a alcançar a marca de quatro vitórias consecutivas. Por isso, ele é o atual 5° colocado do ranking da divisão - Diego Ribas
Campeão do TUF (reality show do UFC), John Dodson construiu seu nome na organização competindo entre os moscas (57 kg). No entanto, após perder duas vezes na disputa pelo cinturão, ele subiu para os galos (61 kg) e já acumula duas vitórias e apenas uma derrota - Divulgação UFC
Kelvin Gastelum era um dos atletas mais promissores da divisão dos meio-médios (77 kg), mas seus problemas com a balança o guiaram rumo à divisão dos médios (84 kg). E o resultado não poderia ter sido melhor: apenas uma derrota em seus últimos quatro combates - Tobias Bunnenberger
Oriundo da divisão dos pesados, Daniel Cormier se credenciou como um dos meio-pesados (93 kg) mais dominantes da história do UFC. Desde que desceu para a nova divisão, ele foi campeão, competiu oito vezes e perdeu apenas em duas oportunidades, ambas para Jon Jones - Diego Ribas
Sensação dos médios (84 kg) do UFC, Robert Whittaker é originário da categoria dos meio-médios (77 kg). No entanto, foi após subir de divisão que o atleta atingiu seu grande objetivo na organização: conquistar o título do Ultimate, ainda que este seja interino - Diego Ribas
Único campeão peso-mosca (57 kg) da história do UFC, Demetrious Johnson é o atual recordista de defesas de cinturão da companhia - ao lado de Anderson Silva. Exceção neste lista, é difícil associá-lo à categoria dos galos (61 kg), divisão em que começou sua trajetória no Ultimate e onde não foi campeão - Diego Ribas

1 comentárioDeixar comentário

Deixar uma resposta

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *